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| COMO CONQUISTAR |
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COMO CONQUISTAR.
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O que os conquista
Confiança e companheirismo estão em alta entre os homens. O jogo de
sedução conquista, mas não é suficiente para manter um
relacionamento. Veja o que seis homens de idades diferentes falam das
qualidades de suas mulheres
Conquistando em cinco lições
1. Inspire confiança
Use uma boa dose de sinceridade. Diga o que pensa sem medo de
discordar do seu namorado. Mas tenha tato para revelar suas idéias,
do contrário você corre o risco de entrar em conflito com ele a toda
hora. Esteja certa, no entanto, que sendo franca você ganhará a
confiança e, principalmente, a admiração do seu parceiro.
2. Não tente dominá-lo
Respeite a individualidade dele. Resista à curiosidade de perguntar
quem é a mulher que telefonou. Em vez de controlar os passos de seu
companheiro o chope com os colegas de trabalho, a hora em que
chega em casa , procure divertir-se com suas amigas enquanto ele
sai com os amigos dele.
3. Mostre que é independente e madura
Valorize seus próprios prazeres, suas conquistas. Invista em planos
para o futuro, dedique-se à sua profissão. Maturidade emocional também
conta. Tenha sempre reações proporcionais aos acontecimentos: fazer
um escândalo por um atraso de 5 minutos ou uma cena de ciúmes porque
ele cumprimentou uma ex-namorada são exageros que certamente você
precisa controlar.
4. Assuma querer uma família
Esse não deve ser seu único projeto de vida, mas não finja que não
liga para isso. Deixe claro que procura alguém para um relacionamento
duradouro e, se for o caso, que planeja ter filhos. Isso não
significa que você deseja se casar amanhã nem que deve pressioná-lo
para se decidir imediatamente.
5. Seja sociável
Ou melhor, seja amiga dos amigos dele, e da família também. Não
tente arrancar seu namorado desse convívio só porque adora ficar
grudada nele. Atividades sociais que incluam pessoas importantes para
o casal ajudam a estabelecer vínculos, fundamentais num namoro sério.
Quando o corpo dá bandeira
Veja o que você e o homem que está na sua mira podem estar dizendo,
incoscientemente, com gestos
Raquel Ribeiro
Da próxima vez em que você tiver uma conversa com alguém, use mais
os olhos. Repare nos gestos e na posição do corpo. Veja como ele
movimenta as mãos, o jeito de cruzar as pernas, se o tronco está
inclinado para a frente ou largado para trás. As palavras, às vezes,
enganam; o corpo, jamais. Os gestos que nós fazemos sem perceber
revelam desejos, emoções, medos, dúvidas e até os pensamentos mais
secretos mesmo que a fala diga exatamente o contrário.
Leia mais:
Gesto por gesto
Um passo-a-passo da linguagem corporal
Pés e pernas se movem de um modo menos consciente e, por isso,
fornecem informações mais confiáveis para quem souber interpretá-los
corretamente. Não é por acaso que em reuniões de negócios os indivíduos
se sentem mais à vontade atrás de uma escrivaninha ou de uma mesa
que lhes oculte a parte inferior do corpo. Pelo mesmo motivo, nas
entrevistas de emprego é comum instalar a cadeira do candidato no
centro da sala, de tal modo que o corpo da vítima fique totalmente
exposto.
Qualquer que seja a situação, o que realmente importa são os gestos
involuntários, que expressam com muito mais fidelidade os sentimentos
de cada um. O semiólogo Norval Baitello, criador do curso de Comunicação
e Artes do Corpo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,
compara os recursos expressivos de cada indivíduo a uma orquestra
enquanto a voz toca um instrumento, as mãos tocam outro e assim por
diante. O problema é que muitas vezes só escutamos o violino,
comenta.
Veja como cada parte do corpo se comporta para o sim e para o não:
O corpo todo
Braços
Mãos
Pernas
Rosto
Falando com o corpo todo
VEJA OS DIALOGOS ABAIXO
Ele (pés firmemente plantados no chão, peito desguarnecido, braço
no encosto da cadeira da moça):
Comigo você pode se sentir em total segurança.
Ela (mãos tensas segurando a cadeira, pernas e corpo na posição de
quem vai se levantar): Não estou gostando dessa conversa. Vou sair
daqui agora mesmo.
Ele (pernas e mãos bem próximas da dela): Estou muito interessado em
você.
Ela (perna quase roçando nas dele, parte interior do braço e palma
da mão à mostra, auto-acariciando-se no pescoço): Veja como estou
aberta para você.
Ele (rigidez corporal, mãos que apenas tocam a parceira): Não tenho
certeza de que quero mesmo ficar com você.
Ela (corpo voltado para o lado, diminuindo a área de contato; mão
espalmada contra o peito do rapaz, como uma barreira): Na verdade, não
quero abraçar você. Prefiro manter distância.
Ele (pernas abertas ao redor das dela, braços estendidos num quase
abraço): Quero me aproximar ainda mais.
Ela (braço esticado em direção a ele, corpo inclinado para a
frente): Estou à sua espera.
Braços
AUTOCONFIANÇA
\"Estou tranquila\".
Os braços cruzados podem indicar atitudes muito diferentes entre si
como tédio e tranquilidade. As mãos expostas sinalizam segurança.
SEGURANÇA
Nada me ameaça.
O peito pode ficar desguarnecido, pois não há perigo por perto.
CORAÇÃO ABERTO
\"Estou falando de algo muito íntimo\"
As duas mãos se aproximam do coração, símbolo do mundo interior,
na atitude
de quem está revelando segredos e intimidades ao interlocutor.
VERDADE
Confie em mim.
O gesto, que realça a sinceridade ao assinalar o coração, pode se
tornar um embuste quando usado de forma ritualizada.
Mãos
Marcelo Zocchio
RESISTÊNCIA
Não quero cumprir essa ordem.
Diante da imposição de agir, ele expõe a face externa da mão o
oposto da palma, instrumento das ações. O gesto de coçar o pulso é
resultado de um conflito interior ligado a algo que não se quer
fazer, mas é preciso.
DESAGRADO
Não quero ouvir.
A mão cobre a orelha. Entre os adultos, o gesto é discreto. Mas não
passa de uma versão educada da típica atitude infantil de tapar os
dois ouvidos com as mãos.
REPRESSÃO
Preciso me conter.
Uma parte do cérebro mobiliza o corpo para a ação; outra bloqueia a
iniciativa. A energia represada tensiona os braços e as mãos.
DESACORDO
Não concordo com você e vou dizer o que penso.
O dedo diante da boca é o gesto de quem se cala por um instante,
enquanto se prepara para desferir uma réplica fulminante.
Pernas
Marcelo Zocchio
AFIRMAÇÃO
Tenho confiança em mim mesmo.
O cruzamento de pernas, gesto quase sempre defensivo, torna-se
afirmativo quando o corpo está relaxado e o pé aponta para cima.
RELAXAMENTO
Estou em paz.
Ela larga o corpo, completamente à vontade. Dentre todos os
cruzamentos de pernas, este é o mais repousante.
NERVOSISMO
\"Estou muito tensa.
As pernas se enroscam numa espécie de auto-abraço, a fim de evitar
qualquer abertura. A necessidade de se defender é inegável.
NUMA BOA
Me sinto à vontade na sua companhia.
O centro de gravidade do corpo se desloca para a frente, favorecendo a
sua inclinação para mais perto do interlocutor.
MURALHA
Sou precavida.
É um gesto de defesa tipicamente feminino. A bolsa se interpõe entre
o mundo exterior e a intimidade, simbolizada pela região do ventre.
Rosto
Marcelo Zocchio
MEDO
Algo me assusta.
O punho fechado à altura da boca é uma atitude defensiva. Se essa
postura surge durante um diálogo, o motivo do estresse está
relacionado com o interlocutor.
ENTREGA
A emoção toma conta de mim.
A inclinação do rosto para a esquerda (ou a direita do observador)
é fruto de uma ação comandada pelo hemisfério direito do cérebro,
a sede da afetividade.
CIÚME
Meu lugar está ameaçado.
O indicador (dedo que simboliza o eu) encosta na nuca, que se torna
mais rígida nos momentos de tensão. O gesto indica que algo está
fugindo ao seu controle e que é preciso tomar alguma atitude.
DIVERGÊNCIA
Não concordo, mas fico quieta. Talvez fale depois.
A mão sobre a boca indica fechamento. Aqui ela bloqueia as palavras,
à espera da hora certa de falar.
IRRITAÇÃO
Esta situação me incomoda.
Ele se vê na iminência de fazer algo que o desagrada. Os dedos
mergulham no cabelo como se fosse possível arrancar do cérebro uma
solução alternativa.
ATENÇÃO TOTAL
Estou concentrada no que você está dizendo. Escuto interessada.
O indicador se posiciona fixamente ao lado dos olhos, como a esticá-los
para melhor observar o interlocutor.
e aproximam os homens
Simone Pompeo, do Paralela
Bonita, inteligente, sexy, bem-sucedida e... sozinha. Esse é o
retrato de inúmeras mulheres. Quase todas elas têm a mesma reclamação:
é difícil encontrar um companheiro. Será que é porque os homens
livres estão em falta? Pode até ser que eles não sejam muitos, mas
os que estão disponíveis morrem de medo daquela moça linda, mas que
parece sempre pronta para a briga.
Eles estão confusos. Não sabem se abrem a porta, se mandam flores e
se pagam a conta do restaurante. Talvez isso aconteça porque, na luta
para conquistar seu espaço, as mulheres estão cada dia mais
individualistas e parecem competir o tempo todo com o sexo oposto.
\"É preciso encontrar um equilíbrio. Eles estão mudando, mas
elas também precisam entender que podem fazer conquistas e serem
femininas ao mesmo tempo\", diz a psicoterapeuta Aparecida De
Cicco, integrante do Centro de Estudos da Identidade do Homem e da
Mulher (IDEN) e do Gender Group, coordenado pelo psiquiatra Luiz
Cuschnir.
Essa feminilidade não se manifesta apenas na forma de se vestir. Aliás,
é preciso não confundir isso com decotes exagerados, salto alto e
batom vermelho, que muitos acham extremamente vulgar. Conversamos com
seis homens sobre atitudes femininas que os afastam. Controle,
individualismo e possessividade estão no topo da lista. Do lado das
qualidades, companheirismo, sintonia e confiança foram as mais
valorizadas. Veja o que eles têm a dizer.
Leia mais:
O que os conquista
Confiança e companheirismo estão em alta entre os homens. O jogo de
sedução conquista, mas não é suficiente para manter um
relacionamento. Veja o que seis homens de idades diferentes falam das
qualidades de suas mulheres
Simone Pompeo, do Paralela
\"Nosso relacionamento mal tinha começado e a Cris logo
engravidou. Fomos namorados, amantes e pais ao mesmo tempo. Ela é
sexy ao mesmo tempo em que é minha amiga. A gente olha na mesma direção.
Temos sonhos em comum. Estamos juntos criando filhos, livros e
filmes.\"
Beto Carminatti, 41 anos, diretor de cinema, videomaker e poeta,
casado há 7 anos com Cristiane Lemos, 38 anos, fotógrafa e diretora
de arte
\"Apesar das nossas diferenças de gosto e personalidade, ela
ouve o que eu digo e valoriza minhas opiniões, mesmo quando não
concorda. Além disso, a Marina é muito otimista. Nos momentos de
dificuldade, ela me apóia e sempre diz que vai dar tudo certo.\"
Antonio Castello Barbieri, 65 anos, corretor de imóveis, casado há
42 anos com Marina Norma Barbieri, 62 anos, dona-de-casa
\"A Patricia é uma companheira em todos os aspectos. Está ao
meu lado sempre. Como sou consultor, viajo muito. Passei os últimos 2
anos praticamente fora do país. No ano passado, fiquei em São Paulo
durante apenas 15 dias. Apesar disso, não perdi a namorada. Ela
confiou em mim. Também posso sair com os meus amigos sem stress. Ela
tem uma cabeça ótima.\"
Ricardo Lopes, 26 anos, consultor de sistemas, namora há 4 anos com
Patrícia Fernandes Prates, 24 anos, analista de sistemas
\"A Angela é carinhosa. Quando estou chateado, faz uma comida
gostosa para me agradar. Se estou doente, se preocupa comigo, faz chá
e sopa. Ao mesmo tempo em que é atenciosa, ela não é muito
ciumenta. Se vou jogar futebol com meus amigos e demoro um pouco, ela
não cria caso.\"
Wellington Francisco de Lima, 28 anos, assistente administrativo,
casado há 5 anos com Angela Telma Alves de Lima, 25 anos, gerente
administrativa
\"Eu adoro a independência dela. Se há algum problema para ser
resolvido e não estou presente, ela se vira. Além disso, é
carinhosa e criativa. Sempre inova para manter o relacionamento
diferente. Em dez anos de casamento, nunca tivemos atritos sérios.
Resolvemos tudo conversando.\"
Raimundo Barros, 31 anos, analista de sistemas, casado há 10 anos com
Iris Barros, 32 anos, enfermeira
\"Ela está ao meu lado para o que der e vier. Eu sempre adorei
esporte e isso é muito importante para mim. Se eu quero ir ao estádio
de futebol assistir ao jogo do São Paulo, ela topa. Se é para pular
de pára-quedas, ela vai. Nas nossas últimas férias, subimos o Pico
da Bandeira. Eram 19 km com temperatura abaixo de 0. Muita gente ficou
para trás, mas ela foi comigo até o fim\".
Dorival Souza Bastos, 32 anos, engenheiro civil e agrimensor, casado há
4 anos com Elaine Rodrigues de Souza Bastos, 24 anos, estudante de
arquitetura
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Defeitos que os fazem correr
Eles não gostam de aparência vulgar, mas correm mesmo das sufocantes e agressivas
\"Mulheres controladoras são terríveis. Querem saber onde você foi, com quem saiu e reclamam por causa dos horários. O pior é quando elas tentam nos afastar dos amigos e ainda falam mal da nossa mãe. Aparência e atitudes vulgares também afastam qualquer um. Roupas decotadas e apertadas demais, maquiagem exagerada, falar alto, rir escandalosamente e fumar enquanto anda na rua são exemplos de coisas que me fazem passar longe.\"
Daniel Joseph, 32 anos, administrador de empresas
\"Não aguento mulher ciumenta demais, que pega no pé e cria situações constrangedoras. Também tenho uma péssima impressão das relaxadas, que se vestem mal, roem as unhas e têm cabelos malcuidados. Só é feio quem quer.\"
Diógenes Aguiar Pinheiro, 23 anos, protético ocular
\"A falta de afetividade me afasta. Para mim ela se manifesta em dois extremos: na mulher que confunde produtividade com agressividade e naquela com fixação em sexo. A primeira parece que está sempre duelando com o homem. A outra é vulgar e não valoriza o amor.\"
Edgard Bellotti, 54 anos, empresário
\"Não suporto me sentir sufocado. Há mulheres que ficam em cima, querem controlar seus passos, ligam três ou quatro vezes por dia. Isso assusta. Se no começo elas já são assim, você fica imaginando o que vai ser no futuro. Existem também aquelas atitudes que podem não afastar, mas desanimam, como falar palavrão e comer de boca aberta.\"
Décio Sato, 29 anos, auditor interno
\"Não gosto de mulheres sufocantes, mas acho as individualistas ainda pior. Comportam-se agressivamente e são egoístas. Elas não querem discutir e decidir junto com o companheiro. Elas dizem \'Ou a gente faz isso ou eu faço sozinha\'. Parece que na busca pelo espaço delas, as mulheres estão cometendo os mesmos erros masculinos. Não se compartilha em uma relação como essa. Mulheres que não dão espaço ao homem, assustam e o afastam.\"
Alberto Victor Levy, 34 anos, engenheiro eletrônico
\"Me afasto de mulheres que exercem controle materno. Elas se preocupam demais com a gente, fazem cobranças e ficam no pé. Precisa haver liberdade no relacionamento. Olho com desconfiança as que querem aparecer demais, isso pode indicar falta de substância.\"
Leandro Kassinoff, 31 anos, publicitário
Beijo na boca
Saiba tudo sobre esse importante passo da conquista
Beijar é bom demais, não é? Além disso, é o ponto de partida de qualquer relacionamento. O coração dispara, o corpo se aquece, a pressão arterial aumenta. O beijo na boca desperta o corpo. O olhar, o tato, o paladar, o olfato e a audição se intensificam. Por isso, o desejo sexual cresce, aumentando o prazer. Essa eletrização ocorre porque os parceiros se tocam em um ponto extremamente sensível.
Os lábios percebem os toques com a mesma intensidade que a ponta dos dedos. Mas com uma grande vantagem: o apelo erótico. \"Os lábios só perdem em sensibilidade para o clitóris e a glande\", afirma o sexólogo americano Daniel Stein. Um ingrediente extra favorece o prazer: a fantasia. No imaginário masculino, a boca se assemelha à vulva, o que torna um beijo de língua tremendamente excitante. Para os homens, essa carícia faz lembrar a penetração do pênis na vagina.
E mais, o beijo é visto pelos sexólogos como um dos principais ingredientes da vida afetiva. A falta dele pode ser sinal de afetividade em baixa. \"O beijo exige entrosamento, carinho. Se os dois não estão felizes um com o outro, podem até conviver, mas fica ruim se beijar\", explica a psicóloga Carla Zeglio, do Instituto Paulista de Sexualidade. \"Muitas vezes o casal faz sexo, mas não beija na boca. Falta um sentimento mais forte\", conclui.
A questão da afetividade foi levantada pela pesquisadora inglesa Martha Stein, em 1980, ao avaliar o comportamento de 64 prostitutas. Ela assistiu, escondida em quartos de motel, a 1 230 relações sexuais. Na maioria delas não ocorreu beijo na boca, porque as mulheres temiam se apaixonar se fizessem isso.
Quanto mais se beija, mais se quer beijar. Esse é o segredo para quem quer resgatar a prática. \"A gente tem de forçar a barra e achar um tempinho para encaixar o beijo na rotina\", diz o psicólogo Aílton Amélio. Para despertar o desejo, basta fechar os olhos e relaxar. Uma delícia, não? Então por que deixar para depois?
Quer mais um motivo? Além de ser prazeroso, o beijo traz uma série de benefícios físicos e emocionais. O toque ardente dos lábios movimenta 29 músculos, provoca a pressão de até 12 quilos de um rosto contra o outro e eleva os batimentos cardíacos: eles saltam de 70 para 150 batimentos por minuto. Esse bombeamento sanguíneo aumenta a oxigenação das células, estimula as funções circulatórias e diminui a insônia e as dores de cabeça. A cada beijo de língua, trocam-se 250 bactérias junto com a saliva, o corpo queima 12 calorias e a produção de hormônios aumenta. O nível de serotonina, substância química que dá a sensação de euforia e relaxamento, cresce. Por isso, beijar na boca acalma, ajuda a liberar sentimentos reprimidos, reduz o complexo de rejeição e alivia o estresse. Tudo em questão de instantes.
A história do beijo
Acredita-se que o beijo tenha surgido 500 anos antes de Cristo, época em que os amantes começaram a ser retratados nas esculturas e nos murais dos templos de Khajuraho, na Índia.
O naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882), em sua teoria da evolução das espécies, afirma que a origem dessa carícia é mais antiga. Segundo ele, trata-se de uma sofisticação das mordidas que os macacos trocavam em seus ritos pré-sexuais.
Há também a tese de que seria uma evolução das lambidas que o homem pré-histórico dava no rosto dos companheiros para suprir a necessidade de sal de seu organismo. Ou um ato de amor das mães na época das cavernas. Sem utensílios para cortar os alimentos, elas mastigavam a comida antes de depositar na boca de seus filhos pequenos. De lá para cá, o beijo na boca ganhou variadas conotações.
Na Idade Média, era visto como uma forma de selar acordos. Com a boca fechada, os homens se beijavam com firmeza. O toque leve demonstrava traição. Com o tempo, foi perdendo a força devido às pestes que dizimavam a população.
Para o austríaco Sigmund Freud (1856-1938), o fundador da Psicanálisetudo tem a ver com as etapas do desenvolvimento psíquico. Freud começa pelo que chama de \"fase oral\" - o período, que dura até 1 ano de idade, em que a mãe dá de mamar ao bebê. Nesse período, todas as sensações de gratificação estão associadas à boca. A criança aprende que tocar com os lábios algum objeto macio proporciona uma sensação calmante e agradável. \"No beijo, o adulto procura reviver uma experiência prazerosa da primeira infância\", explica a psicanalista Anna Verônica Mautner, de São Paulo. \"O beijo de língua reproduz a amamentação ao mobilizar o paladar e o olfato e incluir movimentos de sucção\", detalha.
Passo-a-passo do beijo afrodisíaco
Saber beijar é tão instintivo quando andar. Cada um tem seu jeito de beijar, o que dá um charme especial à técnica, mas não custa melhorar a essa arma de sedução. O sexólogo americano Daniel Stein ensina como:
Escorregue os lábios de seu parceiro entre os seus como se estivesse sugando um pudim de uma colher.
Sugue, mordisque, pressione seus lábios contra os dele
Expire e inale sobre os lábios umedecidos
Dê três beijos leves
Faça uma pausa de instantes
Volte a beijá-lo, agora intensamente
Quando sentir que ele quer mais, retorne ao ponto de partida
Perfil da mulher que atinge a meta
A conversa bem-sucedida é equilibrada e espontânea. Quanto mais natural parecer - sabendo ouvir o outro, interessando-se por um assunto que não domine e revelando aos poucos seu modo de ser -, maiores serão suas chances. Uma certa malícia calculada sensualiza o papo, uma dose de auto-suficiência também. Até um conselho cai bem.
A mulher que dá certo na paquera em geral reúne certas qualidades:
Gosta de sair: Até para entrar numa sala de bate-papo na Internet é preciso disposição para encontrar gente. Ficar em casa assistindo à TV gera acomodação. Supondo que o amor baterá à sua porta, você vai espantá-lo com sua cara de tédio.
Sabe o que quer: Você prefere esportistas ou intelectuais? Homens tímidos ou seguros? Pelo olhar e pelos gestos você pode captar sinais da personalidade dele. E decidir se vale a pena continuar ou não a paquera.
Evita entrar em fria: Se você não vê graça naquele tipo que adora malhar, não adianta paquerar freqüentadores assíduos de academias. Certamente eles não combinam com seu estilo.
É flexível: Muitas mulheres têm um modelo do homem com o qual gostariam de se casar e descartam todos os que não se encaixem nele. Quantas vezes você julgou um homem brega só pelo o que ele estava bebendo? É muito comum perdermos a chance de conhecer gente legal, fazer novos amigos ou bons contatos profissionais por causa de preconceitos.
Está atenta aos olhares: No trânsito, no elevador. Basta estar aberta para que as coisas aconteçam. Quantos olhares você perdeu num congestionamento?
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Tem auto-estima: Não existe coisa mais baixo-astral do que aquela lengalenga de que só a amiga arruma namorado. \"Quem sai de casa com esse desânimo não consegue mesmo atrair ninguém\", diz a psicóloga Marcia Seconello. Você absorve esse conceito mental e o transmite a seu corpo, que passa a irradiar essa energia negativa. \"É como bocejar. Contamina o ambiente\", compara. Portanto, trabalhe seu lado positivo, fortaleça a autoconfiança e entenda, de uma vez por todas, que beleza, corpo malhado e roupas da moda não conquistam ninguém. O que atrai - não só namorado, mas também amigos e boas oportunidades na vida - é se sentir realizada e feliz. E repetir dez vezes por dia: \"Eu mereço\".
Da Claudia
Eu me amo
Quem possui uma generosa reserva de auto-estima, na hora da conquista, sai vencedora, porque pensa: \"Não importa o que aconteça, eu sou muito valiosa para mim\". É essa idéia que faz a diferença entre a mulher que vai à luta e a que se entrega ao desânimo
Por Luisa de Oliveira, da Emoção e Inteligência!
\"De todos os julgamentos, o mais importante é o que fazemos sobre nós mesmos\", ensina o psicólogo americano Nathaniel Branden. Segundo ele, quase todos os problemas psicológicos - da ansiedade à auto-sabotagem no amor, do medo da intimidade à escravidão das drogas - têm sua raiz no amor insuficiente do indivíduo por si mesmo.
A auto-estima influencia tudo o que você faz, desde os atos mais banais, como barganhar o preço do tomate com o feirante, até conquistar o gatinho do andar de baixo. Quem se ama deseja - e sabe que merece - o melhor para si.
E o que ela é? Sigmund Freud, o fundador da Psicanálise, a chamou de narcisismo. A palavra pode dar margem a um interpretação errada, já que se tornou sinônimo de egocentrismo, vaidade exagerada. No sentido freudiano, ela significa aceitação incondicional de si mesmo. Não importam as vitórias e os reveses, a riqueza, os dotes físicos ou intelectuais, as conquistas amorosas, o sujeito portador de um saudável narcisismo se ama e pronto.
E que isso não dê margem a mal-entendidos. \"O amor por si mesmo é incompatível com as fantasias de superioridade ou com a tendência de exagerar as próprias realizações\", alerta Branden. Recomenda-se até \"uma saudável dúvida acerca de si mesmo\" como um traço de lucidez. Só os megalomaníacos se acreditam perfeitos. E mais: a autoconfiança não resolve tudo - é importante que ela tenha raízes na realidade, ou seja, nas possibilidades efetivas do indivíduo.
Como é construída a auto-estima
Os alicerces da nossa auto-estima são lançados muito cedo, logo no início da infância. O ponto de partida são atitudes aparentemente insignificantes - por exemplo, uma mãe que sabe sorrir para o filho quando ele requisita o seu olhar. A partir dos 2 ou 3 anos, a criança começa a se perguntar sobre sua aparência física. Ela quer saber se os outros a acham bonita. Muito do seu futuro amor-próprio dependerá, então, da reação dos adultos que conviverem com ela. \"Geralmente as pessoas dotadas de uma auto-estima sólida foram beneficiadas na infância pelo amor incondicional dos pais\", escreveram os psiquiatras franceses Christophe André e Fançois Lelord, autores do livro A Auto-Estima - Amar a Si Mesmo Para Conviver Melhor com os Outros.
A chave da auto-estima infantil está nesta palavra: incondicional. Os pais, enfatizam os dois psicólogos, não podem dosar seu afeto a partir de critérios como o desempenho escolar, a habilidade de comer sem se lambuzar ou a disposição da criança para fazer o papel de \"boazinha\" diante dos adultos. É claro que é necessário impor limites, atitude fundamental na educação, mas sem excessos. \"Humilhações e castigos descabidos tendem a gerar crianças inseguras e com um forte sentimento de vergonha e de culpa\", alerta a psicóloga Janice Vitola, professora da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre. O extremo oposto, a superproteção, também deve ser evitado, segundo Janice, já que transmite uma mensagem de incapacidade e desvalorização.
Cultivado na infância, o amor por si mesmo sofre flutuações ao longo da existência. É claro que bases sólidas na fase inicial facilitam tudo, mas os acontecimentos posteriores - ou seja, o sucesso ou não nas relações amorosas, na amizade e no trabalho - também influenciam, e muito. Moral da história: se você teve uma infância complicada, isso não é motivo para achar que a sua baixa auto-estima é um destino imutável. André e Lelord contam, no livro, que já encontraram - em geral fora dos consultórios - adultos que, apesar de um \"mau começo\", foram capazes de construir um amor-próprio sólido. \"De qualquer maneira\", concluem, \"para compreender a auto-estima de um adulto é necessário se debruçar sobre a criança que ele foi.\"
Nosso clube deseja a todos boa sorte
sejam felizes
por reynena
*;*
Não basta ficar, tem que amar...rs
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