About this Site
Create your own website today!
Vote for this Site
Visit My Chat Room
Jukebox
Message Board
Statistics
Refer This Site
To A Friend
De volta à Página Principal

CARTA AOS FUTUROS ALUNOS
NORMAS PARA A CONDUTA DO ALUNO
FALE CONOSCO PELO ICQ
PERFIL DE PROFESSOR PROCURADO
SOBRE OS ARTIGOS DESTE SITE
ESCLARECIMENTOS PRELIMINARES
ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
A Escola Classica
CIÊNCIAS HUMANAS
Motivos ocultos do desespero
Psicanálise
Medusa e Estados Depressivos I
Medusa e Estados DepressivosII
O Mal Estar na Civilizacao I
O Mal Estar na Civilizacao II
Psiquiatria e saúde menatal
Aprenda mais sobre o Cerebro
CIÊNCIAS NATURAIS
Avancos da Biogenetica
O Rei dos Clones
Psicologia
Neurofisiologia
Neurofisiologicos Psicologia I
NeurofisiologicosPsicologia II
EDUCAÇÃO
A aprendizagem segundo Bruner
A Metodologia da Argumentacao
Artigo sobre Paulo Freire
Critica ao Ensino Tradicional
Dialetica na Praxis Educativa
Processo de formacao do leitor
Psicologia e Curriculo parte I
Psicologia e Curriculo parteII
Uma nova proposta curricular
Liderando a Equipe Pedagogica
Contribuições Espontâneas
Aprendizagem da Leitura I
Aprendizagem da Leitura II
NOVAS TECNOLOGIAS
ERA DO CONHECIMENTO
EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE
A Formacao do Tecnologo I
A Formacao do Tecnologo II
Ensino Profissionalizante I
Ensino Profissionalizante II
Parecer17 e profissionalizacao
A Proposta da Politechtrends
EDUCAÇÃO/TECNOLOGIA
A Escola do Futuro
Legislacao do EAD no Brasil
O Ensino a Distancia no Brasil
Entrevista com Arnaldo Niskier
HISTÓRIA DO BRASIL
Guerra dos Canudos Parte I
Guerra dos Canudos Parte II
Os Jesuitas no Brasil Colonia
HISTÓRIA GERAL
A Revolucao Industrial
Revolucao Francesa Parte I
Revolucao Francesa Parte II
MEDICINA E SAÚDE
Mitos e Verdades sobre Yoga
Dragadição e Alcoolismo
Drogas e Alcoolismo
Uma Luz no Fim do Tunel
Psiquiatria e saúde menatal
Esquizofrenia Paranoide
O MELHOR DE OLAVO DE CARVALHO
Apeirokalia na Grecia Antiga
Casta de Farsantes
Fraude e Inconsciencia
O Imbecil Juvenil
RELIGIÃO
A Doutrina Budista
Dimensao Cosmica do Evangelho
Elementos de EngenhariaTeista
Meditacao do Sabio Alquimista
O Hinduismo
SOCIOLOGIA
A Sociologia de E Durkheim
Guerrilha Colombiana Parte I
Guerrilha Colombiana Parte II
Ser Brasileiro
VARIADOS
Auto-Ajuda
Antes que os Filhos Crescam
Entrevista com Deus
Sobrevivencia Emocional
Cinema
Critica sobre o filme Traffic
Pink Floyd The Wall Parte I
Pink Floyd The Wall Parte II




PSICOLOGIA E CURRÍCULO: BREVE EXPOSIÇÃO DAS IDÉIAS DO PESQUISADOR ESPANHOL CÉSAR COLL - CONTINUAÇÃO
Professor Elias Celso Galvêas


  NEW! Poetry and Doll Maker with Galleries!     [Learn About Our Ecommerce]
Graphics Gallery!


Sign Guestbook

View Guestbook

Volta para a parte I: www.maxpages.com/elias/Psicologia_e_Curriculo_Parte_I

PARTE II

Elaboração do Projeto Curricular

De um modo geral, consideram-se duas posturas extremas em relação aos currículos: uma postura centralizadora e uma descentralizadora. No primeiro caso, temos o currículo completo e acabado, como minúcias de objetivo, contendo matérias didáticas e métodos de ensino; os professores apenas executam o currículo. É o que alguns autores chamam de “modelo fechado”. No segundo caso, a responsabilidade na formulação do currículo recai sobre o professor ou equipe de professores, com inteira liberdade. É o “modelo aberto”. No primeiro caso o ensino é idêntico para todos os alunos, enquanto que no “modelo aberto” concede-se grande importância às diferenças individuais e os objetivos são definidos em termos gerais para permitir sucessivas modificações.

Optando pelo “modelo aberto”, Cesar Coll propõe concretizar as intenções educativas tendo como fonte (via de acesso) os resultados esperados e os conteúdos (matérias).

Quando ensinar

A primeira questão de quando ensinar está evidentemente relacionada aos diferentes ciclos de ensino obrigatório: Pré-Escola (3 a 6 anos), Ciclo Inicial de EGB – Ensino Geral Básico (6 a 8 anos), Ciclo Médio de EGHB (8 a 11 anos), Ciclo Superior de EGB (11 a 14 anos) e Primeiro Ciclo de Ensino Secundário (14 a 16 anos).

Embora mantendo a distinção entre análise de tarefas e análise de conteúdos, Coll admite que ambas tem a mesma finalidade. A análise de tarefas está relacionada com a lógica pedagógica, que consiste em estabelecer seqüências de aprendizagem. Em linhas gerais, diz Coll, o procedimento a seguir e o seguinte:

“Em primeiro lugar, analisar as tarefas relacionadas aos objetivos; segundo, estabelecer uma seqüência de atividades; terceiro, averiguar se os alunos que observam esta seqüência aprendem melhor que outros”.

Gagné propõe a distinção entre cinco possíveis tipos de aprendizagem escolar:
1) habilidades motores; 2) atitudes; 3) informação verbal; 4) habilidades intelectuais e 5) estratégias cognitivas.

A idéia de hierarquia conceitual no processo de ensino, como desenvolvidas nos trabalhos de Ausubel, é caracterizada por uma seqüência descendente, que parte dos conceitos gerais, passa pelos conceitos intermediários e chega aos conceitos específicos.

César Coll não concorda com essa hierarquização de conceitos, principalmente por deixarem de lado aspectos importantes de uma técnica de trabalho escolar (página 99). O inconveniente das hierarquias conceituais está não só na ampliação do próprio conceito de conteúdo, como nos critérios de sua sequenciação. Entretanto, Coll considera que o esquema mais completo e coerente de sequenciação é o sugerido por Posner e Strike, com cinco grandes categorias de relações: fatuais, conceituais, de indagação, de aprendizagem e de utilização.

Os teóricos da elaboração costumam apresentar sua proposta sobre a melhor forma de organizar o ensino, utilizando a analogia de uma filmadora, cuja objetiva permite passar do plano de conjunto (do geral) para o plano dos detalhes específicos (para o particular). Daí que a elaboração de uma panorâmica global (epítone) constitui o primeiro passo. Segundo a teoria da elaboração, os conteúdos de ensino se classificam em três tipos fundamentais: conceitos, princípios e procedimentos. O conceito designa o conjunto de objetos e situações, o princípio trata das mudanças do objeto ou da situação(relações de causa e efeito) e o procedimento se refere às ações destinadas a alcançar
uma meta.

Quanto à questão da sequenciação entre os diversos Ciclos, Coll admite que, do ponto de vista prático, pode-se partir dos Objetivos Gerais para indagar

“que tipos de habilidades e de comportamento serão necessários para a criança tornar-se um adulto ativo e interagir com os demais membros da sociedade”
(pag.119).

COMO ENSINAR

Recapitulando as noções básicas anteriores, alguns autores (Ausubel, Novak) consideram que: “o currículo ocupa-se apenas do que será ensinado e, assim, após a definição e sequenciação dos objetivos e conteúdos, coloca-se a questão sobre como melhor ensinar para atingir esses objetivos e o domínio dos conteúdos/matérias” (pag.134).

Sob esse aspecto, Coll reafirma: “o que ensinar, quando ensinar e como ensinar são três aspectos do currículo intimamente interrelacionados”, embora reconheça o papel específico de cada um no processo de elaboração do Projeto Curricular. Nesse contexto, na perspectiva construtivista, é importante considerar a questão da ajuda pedagógica que o professor pode dar ao aluno, o que leva a formular uma série de princípios relativos à maneira de ministrar o ensino. Tais princípios, incluindo no Projeto Curricular, devem considerar:

- as características individuais dos alunos.
- as características individuais estão sujeitas a evolução.
- o que o aluno é capaz de aprender depende, sobretudo, da ajuda pedagógica.
- a verdadeira individualização consiste em ajustar o tipo de ajuda pedagógica às características e necessidades dos alunos.
- O Projeto Curricular deve incluir critérios gerais e exemplificá-los, mas não deve recomendar um método de ensino determinado.


O Princípio Da Globalização

Do ponto de vista psicológico, o princípio da globalização traduz a idéia de que a aprendizagem não se realiza mediante simples adição de novos elementos à estrutura cognitiva do aluno. A aprendizagem significativa é, por definição, uma aprendizagem globalizada na medida em que o novo conhecimento se relaciona com aquilo que o aluno já sabe.

“(...) Quanto mais complexas, variadas e numerosas forem as relações estabelecidas entre o novo conteúdo da aprendizagem e os elementos já presentes na estrutura cognoscitiva do aluno, mais profunda será a sua assimilação e maior será a significatividade da aprendizagem realizada, isto é, maior o número e maior riqueza de significados poderão ser atribuídos à nova aprendizagem.”

Assim, é importante lembrar que a seqüência elaborativa deve incluir a realização periódica de resumos, de recapitulações, de sínteses e revisões globais do material de aprendizagem. Temos, então, que as questões relativas ao modo de ensinar, isto é, como ministrar o ensino devem incluir dois princípios básicos: a concepção construtivista e os critérios de ajuda pedagógica.


A Estrutura do Projeto Curricular

“(...) os objetivos gerais constituem um marco de referência útil para o planejamento educacional, mas, devido à sua ambiguidade, não oferecem diretrizes claras e precisas para o projeto de atividades ensino/aprendizagem. Isto torna necessária, (...), a formulação de objetivos concretos ou objetivos de aprendizagem, definidos como ‘enunciados relativos a mudanças válidas, observáveis e duradouras no comportamento dos alunos’.” - Página 68

Conforme destaca César Coll, as finalidades do sistema educacional são as afirmações de princípio sobre as funções que este deve desempenhar. Os Objetivos Gerais do ensino obrigatório são as finalidades do sistema educacional atribuídas ao conjunto do ensino obrigatório. Os Objetivos Gerais de Ciclo definem as capacidades que os alunos devem ter adquirido ao final do ciclo correspondente do ensino obrigatório. Esses objetivos contemplam pelo menos cinco grandes tipos de capacidades humanas: cognitivas ou intelectuais; motoras; de equilíbrio pessoal (afetivas); de relação interpessoal; e de inserção e atuação social. Os Objetivos Gerais de Área indicam as capacidades que o aluno deve ter adquirido em cada área curricular ao final do ciclo correspondente. Em princípio, os Objetivos Gerais de Área referem-se ao conjunto da área curricular, sem delinear conteúdos específicos da mesma.

Do ponto de vista da orientação didática, o Projeto Curricular deve incluir um resumo das opções básicas que caracterizam a concepção construtivista da aprendizagem escolar e da intervenção pedagógica. Neste resumo figura também uma perspectiva de conjunto sobre o que, como e quando avaliar nas três modalidades de avaliação inicial, formativa e somativa. Daí que tradicionalmente, nos Projetos Curriculares do ensino obrigatório, dá-se importância máxima ao tipo de conteúdos denominados “fatos, conceitos e princípios”.
Quanto aos conteúdos propriamente, eles podem se resumir em fatos discretos, conceitos, princípios, procedimentos, valores, normas e atitudes.

Conceito designa o conjunto de objetos. Princípio é o enunciado que descreve como as mudanças ocorrem em um objeto ou em um conjunto de objetos, em relação com as mudanças que ocorrem em outros objetos ou situações. Exemplos: a lei da gravidade, o ciclo natural da água, o funcionamento do sistema respiratório, a lei da oferta e da procura, o teorema de Pitágoras, etc. Procedimento é o conjunto de ações ordenadas e finalizadas, isto é, orientadas para a consecução de uma meta. Exemplos: construção de um plano, elaboração de um resumo, confecção de um plano de observação etc.

Do ponto de vista do processo de elaboração do Projeto Curricular, a seleção dos conteúdos que devem figurar no primeiro nível de concretização exige que sejam respondidas as seguintes perguntas:

- Que fatos, conceitos e princípios, levar em conta nesta área curricular para que o aluno adquira, no final do ciclo, as capacidades estipuladas pelos Objetivos Gerais da Área.

- Que procedimentos considerar nesta área curricular para que o aluno adquira, no final do ciclo, as capacidades estipuladas pelos Objetivos Gerais da Área?

- Que valores, normas e atitudes inserir nesta área curricular para que o aluno adquira, no final do ciclo, as capacidades estipuladas pelos Objetivos Gerais da Área?

Após a identificação dos principais elementos do conteúdo, bem como das relações entre os mesmos e as estruturas correspondentes, o terceiro passo consiste em estabelecer uma sequenciação que respeite os princípios da aprendizagem significativa. Consiste, basicamente, em ordenar os elementos em uma seqüência que proceda do mais geral para o mais detalhado e do mais simples para o mais complexo. Os conteúdos do primeiro nível de cada ciclo proporcionam uma visão de conjunto muito abrangente das áreas curriculares.
Essa panorâmica global é delineada progressivamente nos níveis posteriores até atingir o grau de detalhe e profundidade requerido pelos Objetivos Gerais de Ciclo e de Área.


Da Concretização do Projeto Curricular

O primeiro nível de concretização do Projeto Curricular de um ciclo do ensino obrigatório define o que ensinar (conteúdos e objetivos finais das diferentes áreas curriculares) e oferece critérios-guia sobre como ensinar e avaliar (orientações didáticas), porém ainda não diz nada sobre quando ensinar, sobre a sequenciação e a temporização dos aprendizados ao longo do ciclo. O segundo nível de concretização do Projeto Curricular consiste em estabelecer - para cada área curricular - nítidas seqüências dos principais elementos de conteúdo.

Do ponto de vista do processo de elaboração do Projeto Curricular, o estabelecimento do segundo nível de concretização implica os seguintes passos:

1 – Identificar os principais componentes dos blocos de conteúdo selecionados no primeiro nível de concretização;

2 – Analisar as relações entre os componentes identificados e estabelecer as estruturas de conteúdo correspondentes;

3 – Propor uma sequenciação dos componentes de acordo com as relações e estruturas estabelecidas e as leis da aprendizagem significativa.

CONCLUSÃO

Resumindo os conceitos e apreciações formulados em seu livro, “Psicologia e Currículo”, Cesar Coll apresenta, como conclusão, um “modelo” ideal de currículo. A idéia é facilitar o seu processo de elaboração, buscando estabelecer um marco comum para o en-sino fundamental obrigatório. Os princípios básicos são:

1) A educação designa um conjunto de práticas mediante as quais o grupo social promove o crescimento dos seus membros.

2) A finalidade da educação escolar é a de promover certos aspectos do crescimento pessoal considerados importantes no marco da cultura do grupo, inclusive por meio de uma ajuda específica.

3) O Projeto Curricular preside e guia as atividades educativas escolares, explicitando as intenções que estão em sua origem e proporcionando um plano para concretizá-las. O Projeto Curricular é um instrumento para a prática pedagógica que oferece guias de ação aos professores, responsáveis diretos pela educação escolar.

4) O Projeto Curricular está aberto às modificações e correções que surgem com sua aplicação e desenvolvimento.

5) O Projeto Curricular alimenta-se de quatro fontes básicas de informação, e tipos de análise: sociológica e antropológica; psicológica; epistemológica; e pedagógica.

6) O Projeto Curricular adota uma estrutura essencialmente aberta, deixando ampla margem de atuação ao professor, que deve adaptá-lo a cada situação particular conforme as características concretas dos alunos e outros fatores presentes no processo educativo.

7) O Projeto Curricular reflete uma concepção construtivista da aprendizagem escolar e de intervenção pedagógica, cuja idéia diretriz é que os processos de crescimento pessoal implicam uma atividade mental construtivista do aluno.

8) As intenções educativas concretizam-se no Projeto Curricular, definindo o tipo e grau de aprendizagem que o aluno tem de atingir a propósito de determinados conteúdos.

As Necessidades Educativas Especiais dos alunos devem receber o tratamento curricular adequado mediante adaptações do Projeto Curricular Básico à natureza e características dessas necessidades.

As Necessidades Educativas designam as ações pedagógicas que devem funcionar para que os alunos possam ter acesso ao currículo. As Necessidades Educativas Especiais são as específicas, fruto das características diferenciais do aluno.

As necessidades educativas comuns a todos os alunos são satisfeitas mediante as Ações Pedagógicas Habituais que, tomadas em seu conjunto, delimitaram o que costuma ser chamado de “educação ordinária”. A adaptação do Projeto Curricular Básico às necessidades educativas dos alunos é uma exigência do modelo de currículo adotado, que é aplicado tanto à Educação Ordinária quanto à Especial.

Um bom Projeto Curricular não é o que oferece soluções prontas, fechadas e definitivas aos professores, mas aquele que lhes proporciona elementos úteis para que possam elaborar, em cada caso, as soluções mais adequadas, em função das circunstâncias particulares nas quais exercem sua atividade profissional.

Estimular a inovação e a criatividade pedagógicas favorecendo um âmbito integrador e coerente é, sem dúvida alguma, a finalidade que deve ser perseguida por todo Projeto Curricular. Não é suficiente dispor de Projetos Curriculares cuidadosamente elaborados, cientificamente fundamentados e empiricamente contrastados; também é preciso impulsionar seu desenvolvimento, convertê-los em verdadeiros instrumentos de trabalho e de indagação.

Professor Elias Celso Galvêas.

PROFESSORES ASSOCIADOS - AULAS PARTICULARES EM COPACABANA
Matemática, Química, Física, Biologia, Português, História, Filosofia...
Rio de Janeiro - RJ
País (Country)
Brasil
Aulas Particulares, Assessoria Cultural e Psicopedagógica
55 21 9648-1942
55 21 3816-1783

contato@saber-digital.net

Domain Lookup
         www..
Get www.yourdomainofchoice.com for your site with services!




.

 
Any WordAll WordsExact Phrase
This SiteAll Sites
Visitors: 16580
Page Updated Sun May 3, 2009 10:29pm EDT